02 fevereiro 2010

Pargo assado no forno

 
 Nunca tinha cozinhado pargo, já comi, e tinha-me esquecido que havia tantas espinhas,
a mim não me faz impressão, mas o marido detesta !!!!!!!

Detesta, mas comeu, porque estava mesmo muito bem temperado.

Mandei amanhar pela peixeira,
No fundo do tabuleiro coloquei cebola , tomate,alho e limão , tudo às rodelas,
Coloquei o pargo no qual fiz 2 cortes, onde coloquei 1/2 rodela de limão,
Temperei de sal, pimenta e colorau,
E coloquei mais tomate, cebola e limão às rodelas 
e também 2 folhas de louro
reguei com azeite e 1/2 cerveja mini.
Levei ao forno durante 30mm a 180º.

Servi com arroz de grelos.

11 comentários:

vivie disse...

é um dos pratos que mais faço aqui em casa..

bjssssss

kombi disse...

Hum hum que maravilha!

Pratos da Bela disse...

Adoro Pargo, é muito bom...
Jinohs fofos

Pratos da Bela disse...

Adoro Pargo, é muito bom...
Jinohs fofos

R.correia disse...

peixinho assado delicioso...bj

Nani disse...

Eu adoro peixe mais do que carne, é uma excelente receita, bjs.

moranguita disse...

as espinhas e que também me incomodar porque de resto gosto bem de um bom peixinho
beijinhos

fénix renascida disse...

Tivesse eu mãos assim tão prendadas!!!

Mas o meu assunto é outro. Trata-se de saber a quem cabe a guarda dos filhos, em caso de separação: se à mãe (que é, regra geral, a sua figura primária ou de referência, por ser aquela que lhes presta praticamente todos os cuidados diários), se ao pai (que, regra geral, pode ser o que reúne melhores condições), ou se a ambos (estejam ou não de acordo, e independentemente de terem ou não uma boa relação).

Palavras sábias de um pai que ganhou, em tribunal, a custódia dos filhos: A tutela dos filhos é um empreendimento para a vida; não pode ser gerido por dois sócios que não se entendem. As pessoas não conseguem deixar de usar o seu poder para anular decisões e exercer pressões. É preferível que só um dos pais tenha a tutela, por muito que isso custe ao outro. A educação de uma criança não é passível de falhas.'

Ponhamos a mão na consciência: se a lei não permite que se separe as crianças de junto dos seus pais, mesmo que estes vivam em fracas condições, porque razão há-de um juíz atribuir a guarda ao progenitor que ofereça melhores condições? É este o superior interesse da criança?!

Urge reabilitar a maternidade, fazer com que as mães possam acompanhar mais de perto o desenvolvimento dos filhos!!!!

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N575

Carlita disse...

Q lindo pargo...
Gosto imenso de peixinho no forno...

Doces Temperos disse...

Um dos meus pratos favoritos, gosto muito de pargo.
Bjo

FOFIS disse...

Que peixe maravilhoso parabens beijos fofis